Olá mon cherie’s.

Preparados para voltar ao mercado na camioneta do Ambrósio, agora que os dias quentes nos deixam e entramos nos dias mais escuros do ano? Pois bem, é aí que o Mãozinhas entra para vos iluminar o dia. Peço desculpa por mais um interregno. Mas quem me conhece sabe que eu cursos tenho um, mas recursos tenho vários (Ferreira, Marco, 2007) e portanto, não poderia deixar os meus créditos por mãos alheias, e lá tive de ir dar mais uma perninha ao exame de Setembro.

 

Mas volto cheio de força e de motivação para vos aplicar uns neuralift’s que vos deixem soltinhos e cheios de vontade para continuar a melhorar a nossa prática.

Ora, e para não andarmos a palpar às escuras, elaborei um pequeno resumo dos pontos de referência anatómicos que utilizo, para ter uma melhor noção de onde se localizam algumas estruturas. Há que reter na memória, que estas referências podem ser contraditórias dependendo de autor para autor. As que vos aqui apresento, surgem de um apanhado que efetuei em alguns livros de anatomia palpatória. Espero que vos sejam úteis, pois é importante que não existam equívocos a este nível, uma vez que se já por várias vezes me questiono acerca da efetividade da palpação (ver texto aqui), esta torna-se ainda menos fiável se não nos guiarmos por alguns “mapas corporais” de referência. A defesa da profissão vem sobretudo da aplicação de conhecimentos de forma exímia e, não podemos, cair no erro de aplicar uma técnica na apófise transversa de uma vértebra, não tendo consciência que em determinados níveis existe uma pequena décalage entre as apófises espinhosas e as apófises transversas.

 

Espero que esteja do vosso agrado e que utilizem a cábula com bastante frequência. Adios minha gente e até para a semana, isto se Deus e Pyongyang quiserem 😀

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